E essa ilus é pra editora Escrita Fina! Ta sendo muito bom fazer esse trabalho... a história é divertida e a personagem é uma fofa. Em breve nas melhores livrarias.
Agora em agosto aporto em terra brasilis!! 26 dias prá matar saudades, carregar baterias e comer muita farofa e biju!
Sármede again, desta vez com Jindra Čapek. Muito bom para renovar as baterias e pôr um óleo nas engrenagens das mãos e pensamentos. O tema deste ano foi Brasil! ˆˆ
Na verdade na verdade, o estilo do Jindra não é o que eu me identifico mais na vida, mas sempre é bom ver algo diferente. De todas as maneiras aprendi um bocado, além de ter convivido com vários artistas super gente boa! Tinha até uma outra representante da pátria amada, a Lupe Vasconcelos, uma graça de pessoa. =]
Esse livro é a menina dos meus olhos. O texto é muito delicado e divertido. Eu como sou praticamente um ursinho carinhoso, chorei um bocado nas primeiras vezes que li. De alguma maneira me fez pensar na minha própria história... não que eu tenha dois pais, não propriamente dito, mas o único pai que tenho vale por dois, por dez, por muitos!
Pra quem não conhece, essa é uma célebre frase do Joseph Climber - um ícone da minha vida que eu já citei aqui em outra ocasião - que me cai como uma luva pois um dos meus atuais trabalhos se trata deste pintor sensacional. To achando o máximo pois é o pretexto ideal pra eu soltar a mão nas pinceladas sem medo de ser feliz. Fora que to aprendendo um monte estudando o Vincent. Ô sorte!
Essa aí em cima está assinada ao contrário, em código!
Gosto dessa, do trevo de muitas folhas!
Me lembro dessa fase cogumelo-de-bolinhas... lembro de como eu gostava desta parte de baixo do chapéu, que tem as listrinhas... Como eu era feliz desenhando isso. E arco-íris em nuvens! Ai ai. Lembro também de ter toda a certeza do mundo que os cantinhos superiores esquerdos das páginas eram feitos pra guardar o sol, que indubitavelmente eram amarelos e emanavam raios laranjas. Tive uma época das casa-e-seres-coração ... mas não reavi nenhum registro disso. E meu pai era alvo dos meus sem número de marcadores de livros... uma preciosidade da minha vida que só mesmo ele pra guardar (e usar!) até hoje.
Quem diria que um dia desenhar ia se tornar um meio de vida...
Esse aniversário foi muito especial... embora eu tenha passado o dia em si (8 de março) dentro do estúdio aquarelando, nevou muito por aqui e pude fugir um pouquinho pra fazer papelão de brazuca na neve! Mais ou menos como os interioranos que vêem o mar pela primeira vez... hehe
Importante: neve molha. Tenha sempre um secador de cabelo para secar sua roupa a mão.